sábado, 27 de março de 2010

Encerramento do 2º Período

Estamos a terminar o 2º período.
E tempo de fazer o balanço...
A turma, relativamente às aprendizagens, está mais homogénea. Contudo, ainda exige a diversificação das estratégias e das metodologias de trabalho.
A maioria dos alunos aderiu com entusiasmo e envolveu-se de forma activa e empenhada nas actividades escolares, tendo por isso atingido, na sua maioria, todas as competências estabelecidas para este segundo período, em todas as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares.
Boas férias!!!

Símbolos da Páscoa

Coelho da Páscoa
A tradição do Coelhinho da Páscoa foi trazida para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e o início do século XVIII.
No Antigo Egipto, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antiguidade consideravam o coelho como o símbolo da Lua, portanto, é possível que ele tenha se tornado símbolo pascoal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa. O certo é que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução, e geram grandes ninhadas, e a Páscoa marca a ressurreição, vida nova, tanto entre os judeus quanto entre os cristãos.
Existe também a lenda de que uma mulher pobre coloriu alguns ovos de galinha e os escondeu, para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram os ovos, um coelho passou correndo. Espalhou-se, então, a história de que o coelho é que havia trazido os ovos.

Ovos da Páscoa
Os ovos de chocolate ou ovos de Páscoa são uma tradição milenar relacionada ao cristianismo. Costumava-se pintar um ovo oco de galinha de cores bem alegres, pois a Páscoa é uma data festiva que comemora a ressurreição de Jesus Cristo, sendo o ovo um símbolo de nascimento. Outros povos como os gregos e os egípcios também coloriam ovos de galinha oco, porém em datas diferentes.
O ovo é símbolo bastante antigo, anterior ao Cristianismo, que representa a fertilidade e a renascimento da vida. Muitos séculos antes do nascimento de Cristo, a troca de ovos no Equinócio da Primavera (21 de Março) era um costume que celebrava o fim do Inverno e o início de uma estação marcada pelo florescimento da natureza. Para obterem uma boa colheita, os agricultores enterravam ovos nas terras de cultivo.
Quando a Páscoa cristã começou a ser celebrada, a cultura pagã de festejo da Primavera foi integrada na Semana Santa. Os cristãos passaram a ver no ovo um símbolo da ressurreição de Cristo.
Colorir e decorar ovos é um costume também bastante antigo, praticado no Oriente. Nos países da Europa de Leste, os ortodoxos tornaram-se grandes especialistas em transformar ovos em obras de arte. Da Rússia à Grécia, os ortodoxos costumam pintar os ovos de vermelho. Já na Alemanha, a cor dominante é o verde. A tradição é tão forte que a Quinta-feira Santa é conhecida por Quinta-feira Verde. Na Bulgária, em vez de se esconder os ovos, luta-se com eles na mão. Há verdadeiras batalhas campais. Toda a gente tem de carregar um ovo e quem conseguir a proeza de o manter intacto até ao fim será o mais bem sucedido da família até à próxima Páscoa.
Das tradições da Europa Oriental, o hábito passou aos demais países. Eduardo I de Inglaterra oferecia ovos banhados em ouro aos súbditos preferidos. Luís XIV de França os mandava, pintados e decorados, como presentes. Isso iniciou a moda de fazê-los artificiais, de madeira, porcelana e metal, contendo alegres surpresas aos presenteados. Seu sucessor Luís XV presenteou sua amante 33 anos mais jovem, Madame du Barry, com um enorme ovo, o qual continha em estátua de Cupido. Essas tradições inspiraram também Peter Carl Fabergé na criação dos famosos e valiosos Ovos Fabergé.
Os ovos de chocolate viram dos Pâtissiers franceses que recheavam ovos de galinha, depois de esvaziados de clara e gema, com chocolate e os pintavam por fora. Os pais costumavam esconder ovos nos jardins para que as crianças os encontrassem na época da Páscoa. Com melhores tecnologias, a partir do final do século XIX, se difundiram os ovos totalmente feitos de chocolate, utilizados até hoje.

Hora do Conto na Escola

A professora Mónica (1º ano), para celebrarmos a Páscoa, contou-nos a história "O coelho que não era da Páscoa".
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Primavera

Para festejarmos a chegada da Primavera construímos flores e uma árvore com passarinhos.

Cenoura

Para levarmos as amêndoas para casa elaborámos uma cenoura.

quarta-feira, 24 de março de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

Dia da Árvore

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Dia da Árvore

Como comemoração do Dia da Árvore, a Dona Filonema plantou dois carvalhos, dois alunos de cada turma plantou um amor-perfeito e cantámos algumas canções sobre a árvore.

Dia da Árvore


Uma árvore, um amigo
Que devemos bem tratar
Um amigo de verdade
tão fiel como a amizade
que podemos cultivar

Sabes que uma árvore é um pouco de beleza
que protege a natureza e purifica o nosso ar
Dá-nos a madeira e tanta coisa que fascina
A cortiça ou a resina, mais a fruta do pomar

Oh, vamos fazer uma floresta, vem
Plantar amigos, uma festa, vem
Tão rica e modesta, vamos semear

Uma árvore, um amigo
Que devemos bem tratar
Um amigo de verdade
tão fiel como a amizade
que podemos cultivar

Sabes que uma árvore é o bem de toda a gente
Não lhe estragues o ambiente, não lhe sujes o lugar
Vamos, vamos, vamos defender a nossa vida
Que uma árvore esquecida pode às vezes ajudar

Sim, vamos fazer uma floresta, vem
Plantar amigos, uma festa, vem
Tão rica e modesta, vamos semear

Uma árvore, um amigo
Que devemos bem tratar
Um amigo de verdade
tão fiel como a amizade
que podemos cultivar

[Joel Branco]

À Descoberta da Ciência na Escola

A professora Mónica elaborou quatro experiências para celebrar o Dia da Água.

Ar ocupa espaço.


Ar ocupa espaço.


Espetada de Balão.


Flutuação de Objectos.

Primavera

Decoração da sala de aula para receber a Primavera e a Páscoa.

Plantas

Crescimento das plantas semeadas.